O PAPEL DA FUNÇÃO PATERNA E O PAI ATÍPICO DESAFIOS, SEXUALIDADE E MANEJOS FAMILIARES

Este artigo analisa o papel da função paterna na contemporaneidade, com foco no pai atípico, aquele que vivencia a parentalidade em contextos de neurodiversidade ou deficiência.

São discutidos os desafios emocionais e sociais, a vivência da sexualidade, os manejos diante de crises familiares e estratégias práticas de enfrentamento. A psicóloga e neuropsicóloga Marina da Silveira Rodrigues Almeida (CRP 06/41029), que realiza avaliações neuropsicológicas online para adultos com autismo e TDAH, além de oferecer psicoterapia presencial e online em Psicanálise Contemporânea e Terapia Cognitiva Comportamental para pessoas típicas e neurodiversas, é citada como referência clínica na área.

A função paterna, historicamente associada à provisão material e à autoridade, tem se transformado nas últimas décadas.

O pai contemporâneo é convocado a exercer papéis de cuidado, afeto e participação ativa na vida dos filhos. No caso do pai atípico, aquele que enfrenta desafios relacionados à neurodiversidade ou deficiência, seja própria ou dos filhos, essa função ganha contornos singulares, exigindo maior resiliência e adaptação.

Segundo Winnicott (2005, p. 87), “o ambiente familiar é determinante para o desenvolvimento emocional da criança”. Essa afirmação reforça a importância da presença paterna como mediadora de experiências seguras e estruturantes, especialmente em contextos atípicos.

A FUNÇÃO PATERNA NA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE FAMILIAR

A presença paterna é fundamental para o desenvolvimento emocional e social da criança. Conforme Oliveira e Souza (2020), a parentalidade atípica “implica em redefinições constantes de papéis e expectativas, exigindo dos pais maior flexibilidade e criatividade” (p. 50).

No caso do pai atípico, sua função é atravessada por demandas adicionais, como lidar com diagnósticos, terapias e preconceitos sociais. Indiretamente, isso significa que o pai precisa construir uma identidade familiar que não se baseie em modelos tradicionais, mas em práticas adaptativas e inclusivas.

DESAFIOS ENFRENTADOS PELO PAI ATÍPICO

Silva e Martins (2019) destacam que “a identidade familiar em contextos de neurodiversidade é marcada por tensões entre o ideal social e a realidade vivida” (p. 112).

  • Estigma social: Muitos pais relatam sentimentos de inadequação diante de expectativas culturais sobre masculinidade e paternidade.
  • Sobrecarga emocional: A gestão de crises e o acompanhamento terapêutico dos filhos podem gerar desgaste psicológico.
  • Conciliação de papéis: O pai atípico precisa equilibrar trabalho, cuidado e vida conjugal em contextos de maior complexidade.

SEXUALIDADE E CONJUGALIDADE

A vivência da sexualidade em famílias atípicas pode ser impactada por sobrecarga emocional e falta de tempo. Estudos apontam que a comunicação aberta entre parceiros e o reconhecimento das necessidades individuais são fundamentais para preservar a intimidade.

De acordo com Silva e Martins (2019), “a conjugalidade é frequentemente relegada a segundo plano em famílias atípicas, mas sua preservação é essencial para a coesão familiar” (p. 118).

A Psicóloga Marina Almeida CRP 06/41029, publicou dois E-books sobre “SEXUALIDADE EM PESSOAS AUTISTAS NA FASE DA ADOLESCÊNCIA” e “SEXUALIDADE EM PESSOAS AUTISTAS NA FASE ADULTA”.

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MANEJOS DIANTE DE CRISES

Crises familiares podem envolver comportamentos desafiadores dos filhos, dificuldades financeiras ou conflitos conjugais. Algumas estratégias práticas incluem:

  • Planejamento antecipado: Antecipar situações de estresse e criar planos de ação.
  • Uso de técnicas de regulação emocional: Respiração, pausas e práticas de mindfulness.
  • Apoio profissional: Buscar acompanhamento psicológico para desenvolver habilidades de enfrentamento.

Segundo o Ministério da Saúde (Brasil, 2014), “o suporte profissional é indispensável para que famílias em contextos de neurodiversidade possam enfrentar crises de forma saudável” (p. 22).

DICAS PRÁTICAS PARA O PAI ATÍPICO

  • Valorizar o autocuidado: O bem-estar do pai é essencial para sustentar a família.
  • Participar de grupos de apoio: Compartilhar experiências reduz o isolamento.
  • Promover diálogo familiar: A comunicação aberta fortalece vínculos e previne conflitos.
  • Reconhecer limites: Aceitar que não é possível controlar todas as situações.
  • Investir na conjugalidade: Preservar momentos de intimidade e parceria com a mãe ou companheira.

CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA CLÍNICA

A psicóloga e neuropsicóloga Marina da Silveira Rodrigues Almeida (CRP 06/41029) exemplifica a prática clínica voltada para contextos atípicos. Realiza avaliações neuropsicológicas online para adultos com autismo e TDAH, além de oferecer psicoterapia presencial e online fundamentada na Psicanálise Contemporânea e na Terapia Cognitiva Comportamental. Sua atuação contribui para o fortalecimento da identidade familiar e para o manejo das crises vivenciadas por pais típicos e atípicos.

O pai atípico desempenha papel fundamental na construção da identidade familiar, enfrentando desafios que exigem resiliência, criatividade e apoio especializado.

A função paterna, longe de se restringir à provisão material, envolve cuidado, afeto e participação ativa.

O suporte psicológico e as redes de apoio são determinantes para que esses pais possam exercer sua função de forma plena, preservando sua saúde mental e fortalecendo os vínculos familiares.

A atuação de profissionais como a Psicóloga Marina Almeida é essencial para garantir acolhimento e intervenções eficazes tanto na avaliação neuropsicológica online como terapia Psicanalítica Contemporânea ou Terapia Cognitiva Comportamental -TCC.

Se você ou alguém que conhece precisa de suporte, a Psicóloga Marina da Silveira Rodrigues Almeida está disponível para atendimentos de avaliação neuropsicológica online para Autismo e TDAH em homens e mulheres, psicoterapia online em plataforma de Telessaúde segura e criptografada. O primeiro passo para a saúde emocional é buscar ajuda especializada.

A psicanalista e terapeuta cognitiva comportamental Psicóloga Marina Almeida realiza atendimentos presenciais e online para todo o Brasil e exterior, com foco em escuta clínica de adultos neurodiversos e típicos.

Entre em contato por mensagem no WhatsApp 55(13) 991773793.

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Transtornos do Espectro Autista. Brasília: MS, 2014.

OLIVEIRA, M. A.; SOUZA, R. F. Famílias e parentalidade atípica: desafios e perspectivas. Revista Psicologia em Estudo, v. 25, n. 2, p. 45-58, 2020.

SILVA, J. P.; MARTINS, C. L. Identidade familiar e inclusão social: um olhar sobre a neurodiversidade. São Paulo: Cortez, 2019.

WINNICOTT, D. W. A família e o desenvolvimento individual. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

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Marina da Silveira Rodrigues Almeida – CRP 06/41029

Psicóloga Clínica, Escolar e Neuropsicóloga, Especialista em pessoas adultas Autistas (TEA), TDAH, Neurotípicos e Neurodiversos.

Psicanalista Psicodinâmica e Terapeuta Cognitiva Comportamental

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